quarta-feira, abril 25, 2007

Meu Amor

Amei-te tanto. Amei desde o primeiro instante. Amarei por toda a minha vida. Amarei por toda a eternidade. Ninguém é obrigado a gostar de alguém... eu sei... Eu só quero que tu sejas feliz. O meu amor por ti foi um amor verdadeiro, sincero, único e sem igual. Por mais que procures não encontrarás alguém que te ame tanto como eu te amei. Não é pretensão. Nunca fui pretensioso. Eu sou sim, muito verdadeiro, muito franco, muito honesto e muito apaixonado por ti. Eu sei que nesta vida fiz de tudo para provar o meu amor e creio que o tenha conseguido.
Este amor enfrentou preconceitos, barreiras, distâncias e ainda assim ele não passou e se não passou é porque é verdadeiro. Como rege a lei da vida: o que é bom prevalece, jamais se modifica ou se corrói com o tempo. Assim é o meu amor por ti, porque se ele não fosse verdadeiro e fosse apenas passageiro já teria passado, ficado perdido no tempo do ontem, mas, acontece o contrário, ele prevalece, permanece e se faz mais intenso a cada dia. Há os períodos de calmaria, mas há também os períodos em que ele aflora e se queixa da tua ausência. Assim será por toda a minha vida... terei os momentos de tranquilidade e terei os momentos de aflição porque há-de ter sempre aqueles momentos em que sentirei mais saudades, inquietude e impaciência, mas, terei que aprender a conviver com essas fases da vida sem ti. Tu jamais serás esquecida por mim. Tu jamais serás amada desta forma porque... amor assim só um.
E um dia, naquele dia que eu não mais existir e tu souberes, vai-me ver… pela última vez vai-me ver, ficarás a saber que morri mas nem por isso te esqueci. Vai-me ver…não fujas de mim mais uma vez, eu estarei à tua espera para a última despedida. Ficarás a saber que ali vai estar o homem que te amou com todas as forças do coração e que fez tudo para ter o teu amor, o resto de alguém que te amou…sorriu, mas também chorou muito por ti. Um pedaço de vida que se foi, um corpo sem alma e que mesmo assim vai ter no coração que já não baterá mais, mas que, congelado na surdez da morte vai-te amar para toda a eternidade. Assim esteja onde estiver, estarei feliz num pedaço qualquer do universo esperando pelo teu amor. Amei-te… amo-te… eternamente te amarei.

domingo, abril 08, 2007

Entre Quatro Paredes

Todo o homem tem a sua reserva sentimental. Saber usá-la é basicamente uma regra de sobrevivência. Ainda que reinem impérios de sentimentos ineptos, o homem precisa de alguém cuja sensibilidade e carinho possibilite-lhe a transformação de espírito rústico em lapidado, pelo coração. Nada contra os fãs da solidão. A vida, porém, a dois, deveria ser saudável de corpo e mente.

Desconheço algum homem que não tenha amado uma mulher, ou mesmo desses amores proibidos, como dizem. Não creio em amores proibidos. Amor é o oposto, é liberdade, não falsidade ou vício. Já virou mania o radar sentimental falhar, quando insiste em detectar a pessoa “errada”, que o pobre coração, cego, alerta a mente de que aquela é certa, e tu queres apropriar-te, como um invasor em terras alheias. Se tu queres um par assim, que sejas paciente, e acredites no tempo, não abuses do que tens. Podes ficar sem ninguém. Olha que selectividade não significa bom gosto ou bom senso, arte ou dinheiro, onde todos olham para cima, namoram figuras que nem sequer conhecem, e as arrematam sem esperar o som do martelo. Depois, penduram-nas na parede da sala para terceiros contemplarem e, ali permanecem, sem valor nem companhia, apenas para outras quatro paredes.

Muitos ameaçam a própria vida porque penetram nos caminhos tortuosos, fios sensíveis do coração, querem multiplicar problemas mais que a própria solução. Quando estamos em quatro paredes com uma mulher tudo o que mais queremos é vê-la “nua”, como diz um amigo, é sentir o seu cheiro, é admirar as suas formas, é ouvir a sua voz. Existem as divisões de problemas, de finanças, de direitos e deveres, mas e daí? Depois das confissões e de uma noite de prazer muitas coisas voltam à forma gravitacional de ser e tu pões os pés no chão.

Homens e mulheres têm procurado dormir mais cedo para contemplar os seus sonhos, que vêm recheados de belas princesas e príncipes encantados, realizações financeiras, ou seja, os olhos materiais falam mais que a própria vontade de alcançar o verdadeiro amor. Geralmente a vida urbana é como uma vi trine de jóias raras fabricadas por alguém que nem sequer usa bijutarias, porque também é um sonhador. Muitas histórias são escritas em novelas e romances, onde tu encaixas-te perfeitamente naquilo que é escrito, vivido, e que o autor, que não é Deus, modifica tudo e faz o que bem entende. Tu esperas um desfecho feliz e a ficção dá-te recursos para mudar. Então sorris ou choras, pelas palavras escritas, que se transformam em actuações e estrelado. Personagens da vida real falam de uma vida terrena melhor, de direito em ser feliz, de amar, mesmo a partir do seu estado humilde de assalariado ou desempregado, ou tens assistido ao luxo e lixo juntos? Se ninguém é de ninguém, que o amor seja para todos.
Muitas histórias de amor nascem da simplicidade, do companheirismo, da cumplicidade. Não é fácil amar homens e mulheres falidos, mas pergunta a um deles se lhe valem falidos fiéis ou ricaços snobes e traidores? Há os que resistem, pelo dinheiro, outros que preferem, em quatro paredes, planejar, namorar, beijar e esquecer as coisinhas insignificantes, que todos podem viver muito bem sem elas.

terça-feira, abril 03, 2007

Pensamento...

Se o meu silêncio não te diz nada, as minhas palavras serão inuteis....