You'll Never Walk Alone
Folhas e mais folhas amassadas e rasgadas, revelando o meu desnorte sem saber o que vou escrever, sabendo que é impiedoso que o faça.
Não escreverei sobre ti, não quero, porque não faz mais sentido. Foi difícil perceber, afinal a vida é feita no hoje e no amanhã se ele chegar. O que passou, deverá permanecer em nós como lições do bom e mau que possamos ter feito.
Passado todo este tempo, depois da tua ausência, ainda não sei que parte de ti devo esquecer ou o que permanecerá. Vou acreditando que de ti nada restará, porque o tempo é capaz de levar para bem longe o que outrora nos trouxe para bem perto. Assim como foi capaz de trazer-te por inteira até mim, peço-lhe todos os dias que te leve de mim para bem longe e sei que me tem ouvido, por muito lentamente que o faça. A minha vida não tem permitido que faça a devida escolha, mas creio que não é importante que o faça, assim como a tua não existência seja importante.
Tento escrever algo que demonstre que ainda estou vivo, ainda existo, já que os meus passos não têm ficado marcados neste chão que percorro. Olho para o amanhã que vai chegando, não trazendo com ele na sua bagagem algo que se vislumbre positivo, uma lufada de ar fresco nesta vida tristonha e sem sentido. As forças dentro de mim, perdem-se como grãos de areia entre os dedos, deixando-me desnudo num temporal que se abateu sobre mim e no qual, não me encontrava prevenido para o enfrentar.
Caminho por dentro da tempestade que prevalece já alguns longos meses. Simplesmente me lembro da seguinte expressão: “You’ll Never Walk Alone”, ergo a cabeça e não tendo medo do escuro, fico com a esperança que no final dela, estará um céu dourado à minha espera. Caminho sobre o vento, caminho sobre a chuva e os meus sonhos vão de novo renascendo, com a esperança no meu coração.
Caminharei, caminharei, mas nunca andarei sozinho, eu nunca andarei sozinho.
Não escreverei sobre ti, não quero, porque não faz mais sentido. Foi difícil perceber, afinal a vida é feita no hoje e no amanhã se ele chegar. O que passou, deverá permanecer em nós como lições do bom e mau que possamos ter feito.
Passado todo este tempo, depois da tua ausência, ainda não sei que parte de ti devo esquecer ou o que permanecerá. Vou acreditando que de ti nada restará, porque o tempo é capaz de levar para bem longe o que outrora nos trouxe para bem perto. Assim como foi capaz de trazer-te por inteira até mim, peço-lhe todos os dias que te leve de mim para bem longe e sei que me tem ouvido, por muito lentamente que o faça. A minha vida não tem permitido que faça a devida escolha, mas creio que não é importante que o faça, assim como a tua não existência seja importante.
Tento escrever algo que demonstre que ainda estou vivo, ainda existo, já que os meus passos não têm ficado marcados neste chão que percorro. Olho para o amanhã que vai chegando, não trazendo com ele na sua bagagem algo que se vislumbre positivo, uma lufada de ar fresco nesta vida tristonha e sem sentido. As forças dentro de mim, perdem-se como grãos de areia entre os dedos, deixando-me desnudo num temporal que se abateu sobre mim e no qual, não me encontrava prevenido para o enfrentar.
Caminho por dentro da tempestade que prevalece já alguns longos meses. Simplesmente me lembro da seguinte expressão: “You’ll Never Walk Alone”, ergo a cabeça e não tendo medo do escuro, fico com a esperança que no final dela, estará um céu dourado à minha espera. Caminho sobre o vento, caminho sobre a chuva e os meus sonhos vão de novo renascendo, com a esperança no meu coração.
Caminharei, caminharei, mas nunca andarei sozinho, eu nunca andarei sozinho.

2 Comments:
claro q nunca andaras sozinho! tens aqui uma chata q nunca te larga! (nunca tbm n, n exageremos :P)
adrt ó parvo! ;)
se caminhares sozinho será só porque foste algo de muito diferente daquilo que és.
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